BLN2014: Kaminskaya apurada para a meia-final dos 200E

Victoria Kaminskaya foi 18ª classificada com 2:16.07, ligeiramente acima do seu recorde nacional de 2:15.47 (Meeting Coimbra 2014) e beneficiou de ter à sua frente 3 nadadoras espanholas e 3 russas, para garantir o ultimo lugar de acesso à meia-final desta tarde.
Pedro Oliveira e Nuno Quintanilha ficaram de fora da meia-final dos 200M, ao classificarem-se em 24º e 26º com 2:00.34 e 2:00.83, respectivamente. A meia-final fechou em 1:58.55. Recorde-se que o recorde nacional pertence a Pedro Oliveira com 1:56.17 desde o Mundial de Roma 2009.
Carlos Almeida também ficou longe do seu recorde nacional dos 200B (2:13.21 do Mundial de Barcelona 2013), ao nadar em 2:16.10. Classificou-se em 27º lugar longe do apuramento para a meia-final que fechou em 2:14.21.
Pedro Oliveira, depois dos 200M, voltou para nadar os 50C onde foi 22º com 26.15. O acesso à meia-final fechou em 25.69. Esta foi a sua 3ª melhor marca pessoal, só atrás dos registos obtidos no Open de Espanha de Abril deste ano. O recorde nacional é 25.78, pertença de Alexis Santos desde o Mundial de Barcelona do ano passado. Alexis abdicou desta participação para se concentrar e poupar para a final dos 200E que se realiza logo à tarde.
A sessão das meias-finais e finais inicia-se às 17h00 (horas de Portugal Continental), com a meia-final feminina dos 200E (com Victoria Kaminskaya) às 17h35 e a final masculina dos 200E (com Alexis Santos) às 18h22.
- Site Campeonato da Europa Berlim BLN2014
- Transmissão Vídeo em directo BLN2014
Etiquetas: Campeonatos Europeus, Selecções Nacionais
6 Comments:
a natação nacional está à deriva, sem qualquer controle. entregam-se os melhores nadadores a "familias" emprestadas. se der deu, se não der não deu.
mas é triste ver os nossos idolos (PO, CA, DC) cada um por si, abandonados, à procura de patrocinios para "sobreviver" na natação.
e ver os recentes juniores (kaminskaia) entregues à sua sorte.
e quem vai suceder-lhes? é isto o "paralelipipedo"?
salve-se o Alexis, atleta bem formado no sporting por um grande treinador, e bem encaminhado num projecto solido, apesar de mais uma "familia emprestada".
o "executivo" é demasiado fraco, desculpem-me.
no tempo da tua" familia " e , mais os adjuntos andavam entregues á ditadura do "chefe imobiliario" P F
mas os portugueses tem sempre de abdicar, era só 50 costas, o alexis podia ter nadado, pelo menos de manha para " aquecer", as provas de 50 sao mesmo boas. Assim podia fazer mais uma meia final.
quem decidiu não nadar os 50C? o nadador? a fpn? o treinador?
a verdade é que perdemos uma meia-final garantida que logo à tarde ocorre 20 minutos depois da final dos 200E
uma pena de estratégia
alexis, boa sorte para a final
isto é assim porque é assim por toda a parte: nas escolas, nos clubes, nas associações, nos centros, nos estágios.
umas vezes a natação parece, parece, bem encaminhada, há talento, há apoio, há confiança, há projectos; há continuidade, respira-se bem e há crescimento.
talvez não esteja certo pensar-se assim, pois o que vemos por toda a parte são pequenos sucessos, parcos e espontâneos: acasos.
ainda dá para pensar que estes acasos estão cheios de elementos imprevistos (métodos de treino, adaptação social, afectos, língua, cultura, ética, hábitos).
uns estão preparados, mais ou menos, para se ligarem a complexas estruturas, devidamente delineadas; outros não.
muitos dos nossos talentos reflectem entre serem nadadores (onde quer que seja), estudantes (aqui) ou, serem o que quer que seja, (mas aqui). mesmo assim a realidade é muito distinta do nosso norte ao nosso sul, um país de quintais, o que obriga, desde logo, a um grande trabalho de adaptação (e isto, caso houvesse opção interna).
o presidente da fpn há-de acreditar nalguma coisa. iluminação!?. e talvez o satisfaça. o presidente da fpn por lá anda e isso, nas suas teorias é positivo, é tempo também. faz algo. consegue algo, sente e produz algo. é um bom teórico.
actualmente o talento resume-se a fluxos e efeitos; os bons resultados, permanentes, independente do muito trabalho, continuarão carentes da satisfação da nossa necessidade de metáforas ("transporte", "mudança", "transferência").
é provável que a nossa natureza seja diferente dos nossos métodos de trabalho! e ainda seja preciso chamar a nós um pouco mais de nós!
quiçá anónimo, que perdemos porque nos perdemos?
consciência, destino e fatalidade não nos dão mais as alegrias de antigamente.
temos medo do desconforto.
para quê tanta consideração pela inutilidade?
como nos agrada ter paciência e ficar quietos!
já não temos critérios: restam-nos apenas sonhos e superstições, apenas.
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